História

 
São seis décadas voltadas à defesa da classe empresarial e produtora de Atibaia, iniciadas em 28 de outubro de 1948.

Foram muitos esforços, em reuniões, encontros e cursos, sempre direcionados para a melhor formação e preparo de nossos empreendedores. Ao longo desse tempo, serviços de apoio foram implantados na ACIA para que comerciantes e industriais tivessem sempre as ferramentas mais modernas de administração de seus negócios.

Em sua história, a ACIA participou de importantes projetos para a cidade. A consulta às atas mostra episódios que marcaram a vida de Atibaia e região, desde a época do primeiro presidente, Attilio Russomanno. Um exemplo foi o movimento para a criação da Guarda Noturna, com apoio da Câmara Municipal, para aumentar a segurança pública. A Guarda Noturna precedeu e inspirou a formação da Guarda Municipal, até hoje em atuação.

Em sessão ordinária da ACIA, em julho de 1957, discutiu-se a questão da então projetada estrada que ligaria diretamente Atibaia a São José dos Campos (Campinas a São José). O Conselho Rodoviário do Estado solicitou à Associação Comercial que oficiasse um relatório, defendendo os interesses de Atibaia, já que outros municípios poderiam se manifestar, alterando o traçado da futura rodovia D. Pedro I, um dos principais eixos do Estado. 

Em outra ata, dessa vez já no ano de 1960, é citada carta do presidente do Conselho Rodoviário do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado, comentando que a construção da D. Pedro tinha verba aprovada pelo Estado e que a obra se devia, em grande parte, ao trabalho há muitos anos feito por esta Associação Comercial.

Em ata de 1957, a ACIA registrou sua atuação pela abertura de uma filial do Banco do Brasil em Atibaia. A esse propósito, cita-se oficio ao dr. Brasílio Machado Netto, “que respondeu com um telegrama, hipotecando o seu apoio”. Brasílio foi um empreendedor social nos anos 40, muito antes de o termo surgir e se tornar parte da terminologia empresarial. Foi a partir de suas idéias inovadoras, influência e poder de realização que, em 1946, surgiram o Sesc e o Senac.

Em outra ata dos anos 50 do século passado, encontram-se os primeiros sinais do que, bem mais tarde, viria a ser o Serviço Central de Proteção ao Crédito. A presidência da ACIA, com base em abaixo-assinado, comentava a necessidade de se organizar um “fichário de informações” para uso exclusivo dos associados. Esse fichário seria organizado com informações prestadas pelos comerciantes da região, sendo “um elemento de consulta para que os negociantes concedessem crédito com mais segurança”. A proposta foi aprovada unanimemente, autorizando-se o presidente a executar materialmente a ideia.

Naquela época, certos fregueses tinham o hábito de efetuar primeiro uma compra para depois anunciar que ela seria a crédito. Por isso, a ACIA decidiu fazer uma campanha, com slogans sobre a matéria, para que “tal costume fosse abolido”. 

Nos anos 60, a presidência decidiu publicar um “índice de Atibaia”, com informações comerciais, turísticas, artísticas e culturais, para ser entregue aos visitantes da cidade. Para a publicação, foi solicitada verba à Câmara Municipal. 

São momentos que marcam estes 68 anos de vida em favor da nossa comunidade!


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